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Levar a atenção domiciliar ao idoso a todo o país

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Por Redação lula4
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Semanal, e a cada ato oficial ligado à promessa.
Estrela da página:
Acrux (São Paulo)
Não iniciadaSaúde · status verificado em

O que foi prometido

“O Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso – PADI Brasil, voltado ao atendimento domiciliar multiprofissional às pessoas idosas com limitações funcionais, condições crônicas e fragilidades clínicas, já está implantado em 2.655 municípios. Vamos dar escala a esse programa do SUS para que idosos tenham acesso a esse direito em todo território nacional.”

Programa de governo registrado no TSE (coligação Brasil Pronto Pra Mais), em . Fonte: TSE, proposta de governo de Lula, p. 22.

O que existe hoje

O Padi (Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa) foi criado pela Portaria GM/MS 9.584, de 22 de dezembro de 2025, do Ministério da Saúde. Ele atende pessoas com 60 anos ou mais que não conseguem sair de casa, de preferência com doenças crônicas estáveis ou perda de capacidade física ou mental. As visitas são feitas por equipes multiprofissionais da atenção primária, chamadas eMulti, que podem ter médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais.

O lançamento foi em 18 de junho de 2026, no Rio de Janeiro. Segundo o ministério, 2.733 municípios pediram adesão, somando 3.677 equipes, e o investimento federal previsto é de cerca de R$ 500 milhões: R$ 163,2 milhões em 2026 e R$ 329,3 milhões em 2027. Cada equipe recebe de R$ 5 mil a R$ 10 mil a mais por mês, conforme a modalidade. O SUS acompanha mais de 3 milhões de idosos acamados, segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O programa de governo diz que o Padi já está implantado em 2.655 municípios e propõe levá-lo a todo o território nacional. O país tem cerca de 36 milhões de pessoas idosas, e cerca de 80% usam só o SUS (Sistema Único de Saúde), segundo o Ministério da Saúde. A adesão não é automática: o gestor municipal precisa pedir credenciamento, e a liberação depende de portaria do ministério e de dinheiro disponível no orçamento.

O município também precisa cadastrar um veículo para a equipe e usar a identidade visual do programa. A previsão de gastos divulgada pelo ministério vai até 2027. Não há meta oficial nem data para levar o Padi a todos os municípios (verificado em 30/10/2026). O novo mandato começa em 5 de janeiro de 2027.

Status e histórico

O status segue a metodologia publicada: cumprida quando um ato oficial entrega o núcleo do prometido; em andamento quando há ato concreto iniciado; parada quando nada anda há 180 dias; não iniciada quando não há ato oficial. O 4º mandato começa em 5 de janeiro de 2027.

  1. : Não iniciada. Promessa registrada.

Outras promessas de saúde

Ver o placar com todas as 41 promessas ›

Fontes

Perguntas frequentes

O que é o Padi Brasil?

É o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa, do Ministério da Saúde, que leva equipes de saúde à casa de idosos que não conseguem sair. Foi criado pela Portaria GM/MS 9.584, de 22 de dezembro de 2025, e lançado em 18 de junho de 2026. O atendimento é feito pela atenção primária do SUS.

Quem tem direito ao atendimento em casa pelo Padi?

Pessoas com 60 anos ou mais restritas ao domicílio, de preferência com doenças crônicas estáveis ou perda de capacidade física ou mental, que não precisem de procedimentos de alta tecnologia. O atendimento depende de o município ter aderido ao programa.

Quanto o governo vai investir no Padi?

Cerca de R$ 500 milhões, segundo o Ministério da Saúde: R$ 163,2 milhões em 2026 e R$ 329,3 milhões em 2027. Cada equipe recebe um adicional mensal de R$ 5 mil a R$ 10 mil, conforme a modalidade, além de uma parcela única para a implantação.

Quantos municípios têm o Padi?

Segundo o Ministério da Saúde, 2.733 municípios tinham pedido adesão até o lançamento, em 18 de junho de 2026, somando 3.677 equipes. O programa de governo cita 2.655 municípios com o programa implantado. Não foi encontrado balanço oficial mais recente (verificado em 30/10/2026).